Posts com Tags dicas

mai

2010

19

WordPress vs. FTP e permissões

(ou ‘como não ter que colocar seus dados de ftp toda fucking vez que adicionar plugin’)

De uns tempos pra cá, toda vez que eu tentava atualizar algum plugin nos meus blogs do wordpress, aparecia a seguinte (SACAL) mensagem:

Para executar a ação solicitada, a informação de conexão é necessária.

E em baixo os campos pra por o ftp host, usuário e senha.

Agora imagine ter que atualizar 15 plugins? Ou quando se está testando em busca de um plugins que funcione como você queira?

Hoje com a ajuda do senhor Filipe Kiss (:D) descobri a solução:

dentro do seu arquivo wp-config.php (aquele bonitinho que vai na raiz dfa sua instalação de wordpress), você vai inserir os seguintes códigos após o define(‘DB_COLLATE’, ”);:

define(‘FTP_HOST’, ‘ftp.seusite.com’);
define(‘FTP_USER’, ‘usuárioFtp’);
define(‘FTP_PASS’, ’senhaFtp’);

Se seu servidor tiver habilitada segurança SSL, coloque também esse código depois:
define(‘FTP_SSL’, true);

Have fun! :3

// Work

abr

2010

6

Marketing Pessoal para WebDesigners

“Não importa o quão bom você é. O que importa é o quão bom você é em mostrar isso!”
Essa frase representa muito bem o básico do marketing pessoal, personal branding, auto-propaganda, ou seja lá como você queira chamar. Como um designer, cujo trabalho é ser criativo, suas estratégias de marketing pessoal devem ser igualmente criativas. Portanto, aí vão algumas idéias:

  1. O nome diz tudo:

    A maior parte dos designers gráficos / webdesigners usam seu próprio nome como marca. Ao invés de ter um website chamado “Sites Bonitos e Funcionais”, que tal dar a ele o nome mais importante da sua vida: o seu próprio. Fazendo isso, à medida em que você desenvolve trabalhos de qualidade, seu nome vai ganhando mais e mais respeito no seu nicho. E, é isso o que queremos.

  2. Porque ser autêntico é o caminho:

    Quando fala-se ‘autêntico’, quero dizer que você precisa honrar a essência de como você realmente é, e aderir a isso. O resultado será que seu trabalho vai refletir sua personalidade, caráter, valores, ambições, visão, etc. Enquanto em outras áreas você poderia se dar bem mesmo com falsas honras, isso é meio impossível de se fazer quando se trata de design gráfico. Você não não pode fingir criatividade, ou manipular isso de forma que seja substituível por outra coisa. É uma idéia bacana focar o seu marketing em até 3 valores baseados na definição sua personalidade. Aí você pergunta: “E se meu branding autêntico não for apelativo para meu nicho do mercado?” E a resposta seria algo como: “Você escolheu o nicho errado. Mude-o!”

  3. Quantidade vs. qualidade:

    Muitas vezes, designers, especialmente iniciantes, caem na besteira de pegar trocentos projetos, esperando criar um portfólio rico e versátil o mais rápido possível. Isso é um erro, pois você vai estar gastando energia e, com toda a pressão das entregas, vai acabar entregando trabalhos meia-boca. Uma das consequências mais óbvias nisso é que seus clientes acabarão ficando “mais ou menos” satisfeitos e você vai ter um portfólio “mais ou menos”. Sim, você tem um portfólio em 2 meses. Mas ele é meia-boca. Quão bom isso é? Seria melhor você dar total atenção a no máximo dois projetos de cada vez e fazer um trabalho excepcional. Sim, isso vai fazer você demorar mais tempo para construir seu portfólio, mas de uma forma muito mais efetiva. Melhor ainda, seus clientes satisfeitíssimos muito provavelmente procurarão seus serviços novamente e acabarão fazendo propaganda por você. Yay!

  4. Consistência é a palavra-chave

    Para se destacar nesse meio, você precisa se mostrar um web designer apaixonado pelo que faz e entregar trabalhos de qualidade, de forma consistente. Em outras palavras, você precisa sempre estar entregando ótimos trabalhos ligados a seu nome. Nunca comprometa a qualidade do seu trabalho. Se o seu trabalho é desvalorizado, o seu nome, sua marca, também.

    Além disso, você tem que ser consistente, estabelecendo sua marca. Por exemplo, uma boa idéia é usar sempre o mesmo avatar / perfil, assim, em qualquer parte da internet, ao bater os olhos, as pessoas saberão que você é você. Outra coisa legal, é usar uma foto (ou ilustração) sua, o que fica mais pessoal, e, mesmo que você mude seu logo infinitas vezes, sua imagem ainda será aquela. (A menos que você seja atropelado por um caminhão e passe por 35 cirurgias de reconstrução facial, rs)

  5. Visibilidade sem drama:

    Aqui vão algumas idéias para dar mais visibilidade ao seu nome e trabalho, sem muito esforço:

    - Contribua com matérias para blogs bem-cotados (e com muitos acessos) sobre webdesign, de preferência na sua língua.

    - Comente em posts relevantes no seu nicho, dando sua opinião, concordando, discordando, bota a boca no mundo.

    - Apresente-se para mais pessoas da sua área. Conheça os bons, e faça-se conhecer também.

    - Interaja com possíveis clientes e co-workers em redes sociais

    - Exercite o altruísmo. Pode ser fazendo tutoriais online, pode ser ensinando um amigo, pode ser oferecendo seu serviço para uma organização ou causa que você apóia.

 

E vocês, o que acham? Mais idéias sobre como melhorar o seu marketing pessoal?

 

Essa é uma tradução livre do artigo de Davy Kestens para a WebDesignLedger – Personal Branding for Web Designers

mar

2010

19

10 crimes de usabilidade que você não deve cometer

Ao longo do tempo, algumas convenções vão sendo definidas no ‘mundo da web’ procurando otimizar a forma de navegar por um site, tanto em seu processo criativo, quanto no código. Separei alguns dos mais interessantes (ou mais esquecidos rs) aqui, dando uma solução para melhorar a usabilidade do seu site.

Crime 1 – Labels não associados aos seus devidos inputs

Crime 1- Crime 1 - Labels não associados aos seus devidos inputs

Usar o atributo ‘for’ permite que o usuário clique no label (ou seja, na descrição) de um input para selecioná-lo. Isso é mais importante ainda quando se tratam de checkboxes e radio buttons, pois você está deixando o usuário com uma área clicável maior, mas de qualquer forma, é uma boa usar em tudo.

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Crime 2 – O logo não tem um link para a home do site

Crime 2 - O logo não tem um link para a home do site

Clicar no logo para voltar pra home do site já virou lugar comum para a maior parte dos usuários. Também vale mencionar que eles esperam que o logo esteja no topo, á esquerda.

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Crime 3 – Não especificar um estilo para os links visitados

Crime 3 - Não especificar um estilo para os links visitados

Uma das coisas mais esquecidas em termos de usabilidade é ter um estilo para os links visitados. É útil principalmente em grandes portais, onde a navegação pode acabar se tornando confusa.

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Crime 4 – Não indicar qual campo está ativo no form

Crime 4 - Não indicar qual campo está ativo no form

Você pode usar o seletor ‘:focus’ em vários elementos, mas ele é super útil quando usado em inputs e textareas, para indicar que aquele é o campo ativo. Estilize, colocando uma borda que chame mais a atenção, ou uma cor de fundo ligeiramente diferente.

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Crime 05 – Imagem sem descrição alternativa (alt=”")

Crime 05 - Imagem sem descrição alternativa (alt="")

Aqui entramos um pouco na área de acessibilidade, mas ainda assim é uma consideração importante. Lembre-se sempre de colocar uma boa descrição alternativa para suas imagens, a menos que elas não tenham a ver com o contexto e só estejam sendo usadas para fins decorativos (onde você deve usar um alt vazio, alt=”", para não cometer erros de validação). Quando a imagem é um link, coloque no alt uma descrição de para aonde o link vai.

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Crime 6 – Imagem de fundo sem cor de fundo

Crime 6 - Imagem de fundo sem cor de fundo

É comum utilizar-se de imagens de fundo atrás de passagens de texto, mas vale lembrar que se o usuário desabilitar as imagens, precisará estar definida uma cor de fundo parecida com a cor da imagem, assim o texto não se tornará ilegível.

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Crime 7 – Texto longo, entediante, sem títulos ou tópicos

Crime 7 - Texto longo, entediante, sem títulos ou tópicos

Não tem nada mais brochante que chegar em um site e dar de cara com passagens de texto longas. Quebre o conteúdo com imagens, títulos, tópicos e seções, isso faz com que o usuário bata o olho e tenha interesse em saber o que está escrito.

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Crime 8 – Texto sublinhado e não é um link

Crime 8 - Texto sublinhado e não é um link

Todo mundo tem em mente que se um texto está com underline, ou de uma cor diferente do resto do texto, é provavelmente um link. Não confunda as pessoas jogando palavras com underline apenas para chamar atenção, para isso, use negrito ’strong’ ou ênfase ‘em’.

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Crime 9 – “Clique aqui” e veja algo muito legal

Crime 9 - "Clique aqui" e veja algo muito legal

A expressão “clique aqui” está aí desde o advento da internet, mas foi ‘caindo em desuso’ em lugar de chamadas mais usáveis e que dão ao usuário uma noção de para onde ele está indo. Quando você usa o “Clique aqui”, você está obrigando o usuário a ler a frase inteira para saber do que diabos você está falando.

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Crime 10 – Usar texto justificado (eu cometo :$)

Crime 10 - Usar texto justificado

Essa é outra dica com um pézinho mais fundo na acessibilidade e também importante de se considerar. Texto justificado pode parecer mais geométrico e bonito, mas pode gerar problemas de legibilidade, principalmente para usuários disléxicos, que podem não conseguir distinguir onde termina uma palavra e começa outra, graças aos espaçamentos inconstantes dessa forma de alinhamento.

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Esse artigo é uma tradução livre desse artigo aqui: “10 Usability Crimes You Really Shouldn’t Commit” .

// Work

mar

2010

2

8 dicas sobre como procurar emprego na Web

Nada mais comum hoje, do que a divulgação de vagas de trabalho na web. Dada a velocidade e alcance, não há ferramenta melhor para a divulgação e busca de empregos na rede. Contudo, nem todo mundo se sai bem nessa, pois tendo uma visibilidade maior, também se tem uma concorrência maior. Então, separei algumas dicas que podem te ajudar a se sobressair numa seleção.

  1. Saiba se apresentar

    A forma com que você fala de si vai ter uma ligação direta com a forma que quem está selecionando te vê. É sempre bom, num portfólio, currículo, etc, você ter um pequeno resumo de quem você é e o que você faz. Enalteça suas qualidades sem exagero, venda seu peixe sem contar história de pescador.

  2. Saiba com quem está falando

    Você nunca ouviu falar da empresa que está dispondo a vaga? GOOGLIT! Veja o site da empresa, pesquise o que outras pessoas que trabalharam lá falam sobre ela, veja a linguagem que ela usa. Tudo isso vai ajudar você a determinar o “tom” que você deve usar na comunicação. Usar uma linguagem rígida e formal tende a não dar certo na agência digital com uma equipe dinâmica e jovem, enquanto o “português claro”, falando sem maiores formalidades, há de impressionar negativamente aquela multinacional cheia de executivos engravatados para quem você pretende prestar serviços.

  3. Portifólio – Qualidade > Quantidade

    Na hora de construir e mostrar seu portfólio virtual, lembre-se que qualidade é muito mais expressiva que quantidade. Não adianta nada ter 55 links / imagens de trabalhos, sem explicar qual foi sua participação no projeto, técnicas/tecnologias que você usou, etc. E, você dando a descrição de tudo, começa a ficar sem sentido ter 8165132 coisas lá, já que ninguém vai ler tudo. Selecione o que realmente você se orgulha de mostrar. O que você teve maior participação, ou onde usou uma tecnologia que você não conhecia até então.

  4. Casa de ferreiro, espeto de pau.

    Basicamente, capriche no currículo, portifólio, cartão de visita, enfim, tudo o que você se dispuser a fazer. Se for pra fazer mal-feito e ficar com uma imagem negativa, é melhor nem começar, certo?

  5. Procure blogs e sites de vagas para o nicho específico

    É muito mais fácil achar e ser achado quando as variáveis são menores. Então, quanto mais específico para sua área for o site ou blog, maiores as chances de encontrar algo realmente interessante e que valha a pena. Invista tempo nas pesquisas!

  6. Pequenos pecados

    Currículo em Word é pedir pra tomar paulada na cabeça. Muita gente nem abre mais currículo em Word. A menos que expressamente citado para enviar o .doc, transcreva seu currículo no corpo do e-mail. Se quiser deixar um arquivo para visualização posterior, o mais indicado é o PDF.

  7. Redes sociais a seu favor

    Um dos maiores pontos do boom das redes sociais é que todo usuário, passa de consumidor de conteúdo a gerador de conteúdo. A forma com que você se relaciona nas redes sociais conta muitos pontos na hora de arrumar empregos ou até mesmo contatos. É sempre bom que você poste links de assuntos correlatos à sua especialidade, enfim, gere conteúdo condizente. Se for escrito por você, no seu blog, melhor ainda.

  8. Mantenha-se atualizado

    Isso condiz tanto com manter-se atualizado e aprender coisas novas, quanto a respeito de manter seus perfis e currículos atualizados e sincronizados. Não causa uma impressão muito boa se alguém olhar no seu currículo uma coisa, e no LinkedIn estar outra totalmente diferente. Anote sempre que cadastrar currículo / perfil em qualquer site e assegure-se que tudo está dizendo a mesma informação.

jan

2010

12

Como deixar o cabelo branco / prata / platinado

Quando você opta por ter o cabelo de uma cor diferente, sempre acaba chamando a atenção, seja de forma positiva ou negativa.

Desde que consegui chegar ao tom que queria entre loiro-branco-prata, muita gente me pára pra perguntar como consegui, que produto que eu uso, se dá trabalho, se não resseca, etc, então resolvi fazer esse post pra estrear o blog.

  1. Descoloração

    A descoloração é a base de todo cabelo aspirante à platinado. Procure usar os descolorantes cuja cor do pó é roxa, pois eles já suavizam o amarelado desde o início do processo. Eu, particularmente uso o V-light da Matrix e o adoro. Use-os com a água oxigenada com volumes 30 ou 40 (ou metade de cada, como eu costumo fazer).
    É importante deixar o cabelo sem lavar 1 ou 2 dias antes da descoloração, isso protege o couro cabeludo de ser (muito) agredido durante o processo.
    Eu fico cerca de 50 minutos com o descolorante após terminar de espalhar pela cabeça toda, mas isso não é regra. Você deve periodicamente ir checar se a descoloração está igual por todo o cabelo, se já está num tom e se nos últimos minutos houve mudança de cor.
    Aguarde mais 4 dias (no mínimo) e faça uma segunda descoloração, da mesma forma que a primeira. Assim, seu cabelo estará no tom-base certo para ser tonalizado.

  2. Tonalização

    Ao longo do tempo em que estive procurando a cor ideal, testei uma série de produtos que tinham a proposta de suavizar amarelo, deixar branco, deixar prata. Shampoos “de velhinha” em tons de azul e roxo, tonalizantes prata de diversas marcas, violeta genciana diluída em água ou no shampoo/condicionador. Recentemente minha comadre Michelle me indicou a linha Silver Blonde da Vult. Tem shampoo, condicionador, leave-in e creme de tratamento. Até agora, só não testei o leave-in, por que não achei pra comprar. Amei de paixão o shampoo e o condicionador. A máscara, eu recomendo usar assim que tiver realizado a segunda descoloração. Além de ele reparar o cabelo, achei que chumba demais a cor no cabelo já tonalizado, fica meio roxinho, dependendo do tempo que você ficar, então ele pode ser usado pra atenuar os cabelos recém descoloridos.

  3. Manutenção

    A cada lavagem:
    Uso  o shampoo e o condicionador da linha da Vult que mencionei toda vez que lavo o cabelo. Após secar com o secador, uso um reparador de pontas, pra amenizar o efeito ressecado.
    Uma vez por semana:
    Cabelo descolorido resseca muito, muito mesmo. Pra manter o aspecto saudável, faça uma hidratação caseira por semana, com cremes hidratantes, devolvedores de massa capilar, ampolas Alfaparf, o que tiver à disposição.
    Uma vez por mês:
    Retocar as raízes é chato, mas é fundamental. Se você mantiver um ritmo bom de retoque, entre 20 e 35 dias, (e dependendo da cor do seu cabelo) você pode não precisar fazer as duas descolorações seguidas, e sim só uma. Tente o máximo possível não colocar descolorante nas áreas que já estão com o tom desejado, pra não estragar mais.