“Não importa o quão bom você é. O que importa é o quão bom você é em mostrar isso!”
Essa frase representa muito bem o básico do marketing pessoal, personal branding, auto-propaganda, ou seja lá como você queira chamar. Como um designer, cujo trabalho é ser criativo, suas estratégias de marketing pessoal devem ser igualmente criativas. Portanto, aí vão algumas idéias:
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O nome diz tudo:
A maior parte dos designers gráficos / webdesigners usam seu próprio nome como marca. Ao invés de ter um website chamado “Sites Bonitos e Funcionais”, que tal dar a ele o nome mais importante da sua vida: o seu próprio. Fazendo isso, à medida em que você desenvolve trabalhos de qualidade, seu nome vai ganhando mais e mais respeito no seu nicho. E, é isso o que queremos.
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Porque ser autêntico é o caminho:
Quando fala-se ‘autêntico’, quero dizer que você precisa honrar a essência de como você realmente é, e aderir a isso. O resultado será que seu trabalho vai refletir sua personalidade, caráter, valores, ambições, visão, etc. Enquanto em outras áreas você poderia se dar bem mesmo com falsas honras, isso é meio impossível de se fazer quando se trata de design gráfico. Você não não pode fingir criatividade, ou manipular isso de forma que seja substituível por outra coisa. É uma idéia bacana focar o seu marketing em até 3 valores baseados na definição sua personalidade. Aí você pergunta: “E se meu branding autêntico não for apelativo para meu nicho do mercado?” E a resposta seria algo como: “Você escolheu o nicho errado. Mude-o!”
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Quantidade vs. qualidade:
Muitas vezes, designers, especialmente iniciantes, caem na besteira de pegar trocentos projetos, esperando criar um portfólio rico e versátil o mais rápido possível. Isso é um erro, pois você vai estar gastando energia e, com toda a pressão das entregas, vai acabar entregando trabalhos meia-boca. Uma das consequências mais óbvias nisso é que seus clientes acabarão ficando “mais ou menos” satisfeitos e você vai ter um portfólio “mais ou menos”. Sim, você tem um portfólio em 2 meses. Mas ele é meia-boca. Quão bom isso é? Seria melhor você dar total atenção a no máximo dois projetos de cada vez e fazer um trabalho excepcional. Sim, isso vai fazer você demorar mais tempo para construir seu portfólio, mas de uma forma muito mais efetiva. Melhor ainda, seus clientes satisfeitíssimos muito provavelmente procurarão seus serviços novamente e acabarão fazendo propaganda por você. Yay!
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Consistência é a palavra-chave
Para se destacar nesse meio, você precisa se mostrar um web designer apaixonado pelo que faz e entregar trabalhos de qualidade, de forma consistente. Em outras palavras, você precisa sempre estar entregando ótimos trabalhos ligados a seu nome. Nunca comprometa a qualidade do seu trabalho. Se o seu trabalho é desvalorizado, o seu nome, sua marca, também.
Além disso, você tem que ser consistente, estabelecendo sua marca. Por exemplo, uma boa idéia é usar sempre o mesmo avatar / perfil, assim, em qualquer parte da internet, ao bater os olhos, as pessoas saberão que você é você. Outra coisa legal, é usar uma foto (ou ilustração) sua, o que fica mais pessoal, e, mesmo que você mude seu logo infinitas vezes, sua imagem ainda será aquela. (A menos que você seja atropelado por um caminhão e passe por 35 cirurgias de reconstrução facial, rs)
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Visibilidade sem drama:
Aqui vão algumas idéias para dar mais visibilidade ao seu nome e trabalho, sem muito esforço:
- Contribua com matérias para blogs bem-cotados (e com muitos acessos) sobre webdesign, de preferência na sua língua.
- Comente em posts relevantes no seu nicho, dando sua opinião, concordando, discordando, bota a boca no mundo.
- Apresente-se para mais pessoas da sua área. Conheça os bons, e faça-se conhecer também.
- Interaja com possíveis clientes e co-workers em redes sociais
- Exercite o altruísmo. Pode ser fazendo tutoriais online, pode ser ensinando um amigo, pode ser oferecendo seu serviço para uma organização ou causa que você apóia.
E vocês, o que acham? Mais idéias sobre como melhorar o seu marketing pessoal?
Essa é uma tradução livre do artigo de Davy Kestens para a WebDesignLedger – Personal Branding for Web Designers







#1 por Douglas Baldan em 6 de abril de 2010 - 14:31
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Isso da qualidade vs quantidade é uma grande verdade!
Vc fica pressionado pelos clientes a fazer um trabalho rapido, que tem grande chance de dar caca. Dai ele fica tosco pq é de um cliente tosco, vc bota no seu portifolio e ele fica tosco.
nem tudo que fazemos tem que ir para o portfolio. Era algo que o pessoal que começa (e ate alguns veteranos) deveriam entender.
Num processo de seleção do qual fui responsável, eu recebia vários currículos cujos portfolios possuíam 6878761823123123 peças da mesma campanha, como se fosse um PLUS vc adaptar a mesma campanha para diferentes mídias. Isso é obrigatório, champs
é aquela velha máxima: menos é mais. Se não ficou tão bom, não precisa ir pro teu portfolio.
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#2 por Karla Cunha em 7 de abril de 2010 - 18:01
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O que deveria ser ensinado logo no primeiro dia de aula de faculdade é que nem sempre o layout que você faz será aprovado de primeira ou será exatamente como vc pensou. Na questão do portifólio, eu costumo colocar as peças que nem sempre foram aprovadas mas que acredito serem as melhores, afinal cliente sempre tem o dom de deixar meio feio as coisas….nós designer também temos muito a mania de vermos mais o layout do que a aplicação e comunicação real, se funciona ou não… ego é um problema nesse sentido.
Com relação a questão de marketing pessoal, a máxima “Casa de ferreiro, espeto de pau” se aplica perfeitamente. Nós designers não aprendemos a ter essa percepção de marketing em nenhum sentido quando estamos na faculdade, e quando temos é voltado simplesmente a questão mercadológica. Claro que marketing pessoal você acaba aprendendo na prática como praticamente tudo na vida.
Muito bom artigo.
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